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It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

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A minha vida é um teste constante à minha força e resistência. Vocês não estão bem a ver. Não consigo um minuto de sossego. Às vezes custa mesmo ter calma e aguentar o barco e a vontade é deixar tudo para trás. Às vezes não me apetece mais. Às vezes só queria uns quinze minutos de felicidade plena. Só isso. Pode ser?

Deste Governo!

Hoje tomei conhecimento de que há pessoas que recebem cerca de 0.40€ à hora de trabalho extraordinário, na primeira hora. Porra. Só não acabam com a remuneração do trabalho extraordinário porque não podem. No entanto, o entendimento deste Governo sobre o Direito ao Salário desagua num direito a um mínimo de pagamento, sem qualquer correlação com o Direito à Vida, na vertente da subsistência (que já não vou mais longe), pagando-se só para não se dizer que é trabalho escravo. Vão para as senhoras vossas mães, experimentem viver com a miséria de orenado mínimo.

 

Nem vou comentar as últimas dos subsídios em duodécimos, numa tentativa ridícula mas que facilmente se aceita devido à necessidade da população, de disfarçar a carga fiscal que se prevê para o próximo ano e que, em última instância, vai acabar com os dois subsídios! Nem vou falar da questão de pagamento de taxas/propinas no Ensino Secundário! Estamos a falar da escolaridade mínima obrigatória, que deve ser universal e gratuita! Mas vamos voltar a regredir e a estabelecer a meta no nono ano não é? Entretanto voltamos ao tempo em que já era uma sorte ter a quarta classe!

 

Este Governo tem de mudar urgentemente! Estas políticas são insustentáveis!

A busca pela felicidade.

Tenho escrito pouco aqui e o que escrevo é absurdo. Isto só se deve à paz que sinto aqui dentro de mim. Uma paz profunda e absoluta que resulta de uma coisa que, apesar de parecer fácil, não o é - aceitação. E fé, muita fé. Estou feliz. Aceitei as coisas como são. Aceitei que o tempo resolverá. Não vale a pena matar a cabeça com problemas. Não vale mesmo. Muito menos vale a pena problematizar as coisas à exaustão, criar cenários de desgraças, fazer planos demasiado aprofundados e elaborados de como conseguir o que quero. Vai sair furado.

 

Aceitei o que sinto, o que não sinto, o que tenho e o que não tenho. Não tenho planos traçados, mas tenho objectivos a atingir. Caminho para eles diariamente, mas um dia de cada vez, um passo de cada vez.

 

A felicidade não se busca. Não podemos correr atrás dela. Quanto mais corremos, menos vivemos e mais longe ela fica. Vamos querer semrpe mais e mais. Vamos querer tudo e acabar com nada. Frustrados e nada felizes. A felicidade está na aceitação do dia a dia, das coisas como são, no querer sim, mas com paciência. Baby steps. Tudo se alcança, concerteza que terei tudo o que quero, quando chegar a altura. Até lá, sou feliz, todos os dias, cada dia mais que o anterior, dando valor às coisas mais pequenas. 

Das melhores manhãs!

Acordar hoje, foi muito bom, principalmente porque o Zé comeu uma taça de ração inteira.

 

Depois, saí de casa e tinha a ilustre vizinha à varanda, à espera de uma serenata provavelmente, que o Zé se prontificou a oferecer-lhe. Depois, descubro que, em resposta a um comentário meu no Facebook me charam ditadora! O meu dia ganhou uma nova luz! 

 

Mas mesmo bom, foi sentar aqui o cú e ter um mail do meu Garoto.

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