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It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

Estou mal-disposta.

Enjoada, cansada, com sono e irritada. Tinha fome, já estava a ver tudo turvo, mas não consegui comer. Estou mal disposta, e é impossível não estar quando a primeira coisa que se ouve de manhã é que o FMI quer, porque quer, baixar o salário mínimo nacional. Isto é terrorismo.

...


Ando a cair de sono, e não tem explicação aparente, esta moleza... vai na volta e o cansaço é contagioso, e aí a explicação vem do namorado. Ou então, é só a inércia destes dias com muito pouco para fazer...

 

Fico um bocadinho atarantada...

Então o Sr. Presidente da República, não tem uma palavrinha de condolências a dizer para as famílias, amigos e coorporações de Bombeiros, que andam aí sem parança a tentar apagar fogos e já vem falar da morte do outro senhor, que era, segundo ele, um economista brilhante? Então, os Bombeiros falecidos não eram da mesma cor? Ele há faltas de respeito, que sim senhor... Digníssimo.

 

Aqui e aqui.

 

EDIT:

 

Perdoem-me. Afinal, segundo a Visão, o Sr. Presidente contactou as famílias e coorporações, através da sua assessoria. Aqui.

Politiquices e movimentos (in)dependentes

Nos últimos anos temos assistido à proliferação de movimentos (in)dependentes, candidatos, por norma, às Autarquicas. E digo (in)dependentes porque, a julgar pelo que vejo na minha santa terrinha, são compostos, no seu núcleo duro, por militantes partidários dos vários quadrantes que ainda não encontraram o seu tacho. E assim, cheios de falinhas mansas e preocupações com a população, vão vcendendo o seu peixe, cheios de promessas de hortas comunitárias e saúde gratuita para todos (isto sou eu a exagerar, obviamente). 

 

Se acho que as populações têm que vir sempre, invariavelmente, em primeiro lugar, seja numas autarquicas seja nas presidenciais, também acho que estas promessas são só isso, promessas. E que na pré-campanha funciona tudo lindamente, mas se eventualmente lá chegarem, é que vão ser o elas. É muito bonito atirar pedras aos outros, que deviam ter feito e acontecido, sem ter noção das realidades. Não há dinheiro. Em lado nenhum. Poucos serão os Municípios desafogados. Não se pode fazer obra se não há dinheiro, e estes senhores que procuram poleiro deviam saber disso. Não podemos prometer mundos e fundos, quando o orçamento é escasso e, muitas vezes, os 4 anos de mandato chegam tão só para pôr contas em dia. 

 

E agora já não é de agora, anda aí o MAS - Movimento Alternativa Socialista, que diz que o Euro é mau (também eu digo), mas que me dá uma certa vontade de rir quando olhamos para trás e nos lembramos do Soares, da CEE e do que veio daí. Vale a pena relembrar a história. Não conheço caras do MAS. Não sei mais nada do MAS. Sei que é mais um movimento, dito independente...

 

A ver vamos o que vai sair daqui.

The thing is...

Tenho um defeito. Aliás, tenho muitos. E nem sei se isto conta como defeito. Mas, tenho a sensação que sou sempre eu a pessoa qe gosta mais, que dá mais, em tudo, em todas as relações, independentemente da índole.

 

Agora, como é que se lida com essas situações? Como é que lidamos com o facto de gostarmos mais, querermos mais e, consequentemente, sofrermos mais? Ninguém quer isto... mas são situações reais. É real... e agora?

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