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It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

Ainda que esteja feliz, não quer dizer que não sinta falta.

Não procuro namorado. Não procuro mesmo. Se acontecer, aconteceu, mas não é coisa pela qual me mexa. Mas, às vezes, sinto falta de ter alguém na minha vida que me faça sentir importante e querida. Só isso. Aquela pessoa que nos apoia incondicionalmente e que está lá sempre que precisamos. Sinto falta das mensagens/telefonemas de bom dia, de dormir abraçado, de ver um filme no sofá com a cabeça encostada no ombro de alguém, do passear de mãos dadas, dos olhares cúmplices. Não estou sozinha há assim tanto tempo, mas também nunca o estive tanto tempo como agora. Custou-me não ter ninguém do meu lado. Apaixono-me com alguma facilidade, é certo. Há pessoas que me cativam e se tornam extremamente importantes para mim. Nunca deu errado. Nunca não fui correspondida (até vir esta criatura de seu nome Garoto). Custou-me habituar a esta coisa de ser só eu. Mas habituei. E gosto. Não dependo de ninguém, não tenho que me justificar a ninguém, faço o que tiver que fazer e ponto. Sou livre. Mando em mim, só eu. Não há cá o informar que vou ou deixo de ir ou com quem vou. Não há medo de melindrar porque há sempre alguém que provoca um certo ciúme. Nada disso. 

 

Mas, cheg o frio, e ter alguém é aconchegante. Há dias em que gostava de poder combinar o jantar, e cinema, ou outra coisa qualquer só com aquela pessoa. 

 

 

A merda nisto tudo é que aquela pessoa tinha que ser aquela pessoa, e essa... está armada aos cucos.

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