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It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

It takes two to tango

Porque o que um não quer, dois não fazem.

De me amar a mim

Já que 80% dos posts que vi hoje por essa blogosfera fora são sobre o dia dos namorados, vamos lá falar sobre isso também.

Terão percebido, os mais atentos, que as coisas com D. Baby Gadelhudo já eram. Foram de vez. Continuamos a falar e afins, até nos damos bem, mas acabou-se a relação-não-relação. E este fim-de-semana, entre afazeres que mal me deixaram tempo para mim, a limpeza da casa, o gordo, o partido, uma discussão piquena com o gadelhudo e conversas com o meu melhor amigo, percebi que, além de precisar, quero estar sozinha.

Preciso de tempo para mim. Para me dedicar a mim e ao que me faz feliz sem os dramas do amor e da paixão, que para mim, pessoa que pensa as coisas até ter ataques de pânico, é sempre coisa exacerbada. Amo com tudo, até doer. E não me apetece doer de amor por mais ninguém que não seja eu.

O que é que é difícil nisto? Pois bem, o facto de me apaixonar com facilidade torna isto um bocado complicado porque me obriga a afastar um bocado de possíveis amores (fugazes ou não) e o facto de viver sozinha e ter tido no meu ex-namorado a grande companhia. Mas não há nada neste mundo que não tenha solução e estas questões são meros pormenores.

Por isso, amanhã, dia dos namorados, tenho planos. Vou sair do trabalho, buscar sushi, chegar a casa e tratar de mim, abrir uma garrafa de vinho e alambazar-me enquanto vejo um bom filme. Preciso de me redescobrir e reaprender a viver comigo. Voltar a ser, sozinha. E feliz, imensamente feliz, sempre.

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