A busca pela felicidade.
Tenho escrito pouco aqui e o que escrevo é absurdo. Isto só se deve à paz que sinto aqui dentro de mim. Uma paz profunda e absoluta que resulta de uma coisa que, apesar de parecer fácil, não o é - aceitação. E fé, muita fé. Estou feliz. Aceitei as coisas como são. Aceitei que o tempo resolverá. Não vale a pena matar a cabeça com problemas. Não vale mesmo. Muito menos vale a pena problematizar as coisas à exaustão, criar cenários de desgraças, fazer planos demasiado aprofundados e elaborados de como conseguir o que quero. Vai sair furado.
Aceitei o que sinto, o que não sinto, o que tenho e o que não tenho. Não tenho planos traçados, mas tenho objectivos a atingir. Caminho para eles diariamente, mas um dia de cada vez, um passo de cada vez.
A felicidade não se busca. Não podemos correr atrás dela. Quanto mais corremos, menos vivemos e mais longe ela fica. Vamos querer semrpe mais e mais. Vamos querer tudo e acabar com nada. Frustrados e nada felizes. A felicidade está na aceitação do dia a dia, das coisas como são, no querer sim, mas com paciência. Baby steps. Tudo se alcança, concerteza que terei tudo o que quero, quando chegar a altura. Até lá, sou feliz, todos os dias, cada dia mais que o anterior, dando valor às coisas mais pequenas.