Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Manifesto da Garota

"Desabafos resultados de fraquezas", música, politiquices, opiniões gratuitas e posts sem conteúdo. Acima de tudo, vida, muita vida!

O Manifesto da Garota

"Desabafos resultados de fraquezas", música, politiquices, opiniões gratuitas e posts sem conteúdo. Acima de tudo, vida, muita vida!

Desta coisa de ser crescido, não se faz sozinho | Ajudem-me

Senti, finalmente (que uma pessoa já passou a barreira das três décadas), necessidade de me comprometer comigo e começar a ter mais cuidados.

Hoje falo-vos apenas dos cuidados com a pele. A verdade é que estes cuidados já vêm tarde, mas isso agora não interessa para aqui nada, interessa que comecei em força, investi em alguns produtos (nada XPTO, que eu sei como é que sou e até criar a rotina não quis ter que vender um rim para comprar o que precisava).

Tenho mantido uma rotina de manhã e ao fim do dia, mesmo quando acordo mais tarde ou chego a casa morta das mil reuniões que tenho. Tiro sempre a maquilhagem (na verdade, mal tenho usado mais que uma máscara de pestanas), bebo bastante água, como os meus vegetais, enfim... um sem número de mudanças e atenções.

Ainda assim, preciso muito da vossa ajuda. A única coisa que sei desta vida é que tenho uma pele mista, cheia de imperfeições. Já tenho acertado no creme de dia e na rotina que funciona comigo. O que é que preciso de vocês? Dicas. Dicas de rotinas, dicas sobre cremes de noite que não custem um balúrdio e não me façam acordar cheia de borbulhas (não agora, que estou a conseguir dar conta delas), dicas de como acabar com as imperfeições, cuidados específicos, etc.

Podem ajudar?

E se ficarmos por aqui?

Tenho pensado muito nisto. Terminar este projecto. São seis anos de blog, deste, mais uns tantos de Cafés e Chocolates e não sei bem se terminar este projecto é o que quero. Mas a verdade é que não tenho tempo para o blog e, quando penso nele, não sei que rumo lhe dar. Se é que há um rumo a tomar...

Não há um tema, e não haver tema também não ajuda ao seu desenvolvimento, é um facto. Mas esta abertura, esta liberdade, também podia ter essa vantagem, não era? O facto de poder escrever sobre tudo, podia significar mais conteúdo...

Talvez seja eu, já, incapaz de vir para aqui sequer opinar sobre a espuma dos dias e os temas de que o mundo gosta. O nível de engagement (sempre quis escrever esta palavra) é nulo. Da minha parte. Sei que, talvez, se as visitas fossem mais assíduas, retomássemos o ritmo normal. Deverei forçar-me a escrever? Criar disciplina? Acham que isso ajuda?

Custa-me, mesmo, abandonar este canto. Apagá-lo creio que estaria fora de questão. Estou à deriva sobre este projecto, que não é projecto. A ver o que o coração me diz.

 

Feliz 2019

Já falei aqui umas quantas vezes sobre tatuagens, em particular as minhas. A primeira tatuagem que fiz, em 2003, marcou o início de um longo percurso. Vejo as tatuagens como uma arte e, se a primeira tinha toda um significado altamente profundo, a verdade é que vejo que a ideia de "tatuagens com significado" tem mudado comigo.

Faço tatuagens que entendo bonitas e normalmente para fechar ciclos. Nas onze identifico momentos-chave na minha vida, crescimento. Tenho em mim o dia em que o meu pai emigrou para o Brasil, a minha resiliência para ultrapassar vários problemas, a sabedoria que venho adquirindo. Tenho em mim o fim de D. Baby-Gadelhudo, o meu amor à música, dois grandes amigos que já foram, o meu irmão, o divórcio dos meus pais. 

Tenho em mim a luta das mulheres, que mesmo fortes como um raio, se deixam apanhar por homens que não as merecem, e a genialidade do Pessoa que me fala ao coração.

No dia 31 de Dezembro fiz 31 anos, e marquei em mim mais uma fase. No dia 31 de Dezembro, aos 31 anos, fechei a porta de Casa, e mudei-me. 

IMG_20190101_192941

As tatuagens ajudam-me a lidar com coisa. O acto físico de fechar o assunto, ajuda-me a resolver e a seguir em frente.

Dois mil e dezanove vai ser um ano bom, tenho a certeza disso. Espero, do fundo deste coração de remendos, que para vocês também seja.

É aquela altura do ano

Estamos a fechar 2018. É altura de balanços. 

2018 trouxe-me Casa e a certeza de que por mais voltas que a vida dê, há gente que entra na nossa vida para fazer uma mossa maior que o buraco na camada do Ozono (mas em bom). Sei que, independentemente das rachas na estrutura, os alicerces se mantêm e sorrio porque assim é. 

2018 trouxe-me o princípio do tratamento do meu irmão, luta que dura há mais de uma década, e a crença de que desta vez pode mesmo ser de vez.

2018 levou-me pessoas que julguei amigas, mas que na realidade não o são, reduzindo o meu núcleo duro ainda mais, mas a certeza de saber com quem posso contar.

2018 solidificou o meu espaço profissional, ganhei espaço, reconhecimento, valor.

2018 foi prolífero em concertos. Em gargalhadas. Em passeio.

Mas 2018 também foi um ano em velocidade cruzeiro, a fechar portas que estavam ainda meio abertas a deixar entrar o frio. 

Estou pronta para 2019. Cheia de planos (não muitos, mas grandes) e com muita paz na alma e amor no coração. Certa de mim. E feliz.

Se já não passar por cá, meus amores, que o novo ano vos seja Luz! 

A 21 dias dos 31

Há uma semana fui fazer um workshop, organizado aqui no trabalho, muito interessante, virado para o desenvolvimento pessoal/profissional. A coach usa as ferramentas do Points of You (adoro o trocadilho).

Esta ferramenta foi criada por dois coaches Israelitas, que procuravam algo que se adaptasse a várias realidades e permitisse, com descontração, fazer uma análise profunda, mas de um ângulo diferente do habitual. 

A verdade é que estas coisas só funcionam se formos de mente aberta e receptivos ao processo. E eu que, no último ano, tenho andado num processo de introspecção gigante ia, acima de tudo, muito curiosa.

 

Joana

(Créditos: Marta Monteiro; Cliquem na imagem para mais)

Tatuagens - Minhas, pela mão da minha querida Inês Almeida

 

No final, saí de lá com as minhas questões mais acentuadas, mas a certeza de que não era drama ou crise de meia-meia-idade. E desde então que ando num planeamento (quase) desenfreado, porque preciso de mais, muito mas muito mais do que tenho agora. E não falo de coisas. Falo de experiências. Pessoais e profissionais. Quero mais, e melhor.

A 21 dias dos 31, mal posso esperar que eles cheguem!

A 38 dias dos 31

  • Estou numa fase mega introspectiva, sabe-se lá porquê.
  • O meu irmão iniciou o seu tratamento hoje e eu estou feliz;
  • Paguei o meu carro;
  • Continuo com saudades sem destino;
  • Aguardo com expectativas muito baixas o que aí virá.
  • Será o primeiro ano, desde há quatro anos, em que temos (correndo bem) um post em cada mês.