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O Manifesto da Garota

"Desabafos resultados de fraquezas", música, politiquices, opiniões gratuitas e posts sem conteúdo. Acima de tudo, vida, muita vida!

O Manifesto da Garota

"Desabafos resultados de fraquezas", música, politiquices, opiniões gratuitas e posts sem conteúdo. Acima de tudo, vida, muita vida!

He's not that into you

É o título de um filme, sim, e é um facto que precisamos de interiorizar rapidamente.

Há imenso tempo que não tinha um grupo tão alargado de amigas solteiras. É solteirice recente e que me deixa com os pés ainda mais atrás no que toca ao amor, mas é solteirice. E foi essa solteirice, o luto da relação, o criar novos hábitos, a dificuldade dos finais das relações que lançou o mote para a conversa que tivémos no fim-de-semana passado e que me tem ficado a marinar, desde então.

Primeira constatação: passamos a vida a desculpar as atitudes dos homens. Se vê a mensagem e não responde, está de certeza ocupado. Ou então adormeceu. Ou foi atropelado por um camião. O que seja! Na realidade, a única coisa que não assumimos, é que a pessoa pode, mesmo, não querer falar connosco.

Achamos que aquelas frases que dizem que quem quer arranja maneira são cliché, mas cliché maior é esta nossa mania de não querer ver o que está à nossa volta. E a verdade é que facilita! Há um episódio do Sexo e a Cidade que também aborda isto, e Miranda diz que olhar para a vida assim nos tira kgs de cima. 

É real. Mas também é real que isto é quase inato! Porque pouco tempo depois de estarmos a ter esta conversa, de que o gajo não responde porque não quer responder, e vai-nos trocando as voltas com o jantar que andamos para combinar porque, na verdade, não quer jantar connosco, uma de nós já estava a fazer exatamente o mesmo! 

Meninas, isto dá-nos conta do sistema nervoso, tira-nos anos de vida, faz rugas e cabelos brancos e gasta energia necessária para outras coisas absolutamente essenciais.

Eu tenho tentado simplificar as coisas e olhar para esta bosta da forma mais objectiva. Também navego na maionese, claro! Quem nunca? Mas tento chamar-me à terra ou chamar as minhas cá abaixo. Da mesma maneira que elas me chamam à terra, a mim.

Se custa? Sim. Se dói um bocadinho, principalmente quando gostamos? Sim. Mas o que é certo é que, torna tudo mais fácil. No fim, não perdemos nós, nem perdem eles (deixemo-nos dessa merda, também)! É só vida a ser vida, e bola para a frente.

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